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Sem história, equipamento é decoração. Field + Snyder + McKee + Aristóteles — como construir narrativa que prende do fade-in ao fade-out.
Mýthos, êthos, diánoia, pathos — os seis elementos da tragédia que ainda regem Hollywood. Por que toda história funciona com começo, meio e fim apesar de séculos tentarem matar a estrutura.
Os 12 estágios de Vogler aplicáveis sem virar fórmula. Por que Star Wars, Matrix e O Rei Leão usam a mesma espinha — e como evitar o monomito virar receita previsível.
O paradigma que organizou Hollywood desde 1979. Plot Points 1 e 2, midpoint, ato 2 dividido em duas metades. Página 30 e 90 como pontos de inflexão obrigatórios em 120 páginas.
Opening Image, Theme Stated, Catalyst, Break Into Two, Fun and Games, Midpoint, All Is Lost, Dark Night of the Soul, Finale, Final Image. Os beats que toda blockbuster moderna respeita — e por quê.
Want vs Need, Inciting Incident, Gap entre expectativa e resultado, Negation of the Negation. McKee é mais filosófico que Snyder — e é por isso que Sorkin e Charlie Kaufman estudaram com ele.
O protagonista quer X (consciente) mas precisa de Y (inconsciente). A ferida do passado que cria a defesa. Como Pixar usa isso em todos os roteiros (regra de Andrew Stanton).
Mamet, Sorkin, Tarantino. Por que bom diálogo nunca explica trama, e por que o que NÃO é dito carrega mais peso. Exercício: reescrever uma cena de exposição em puro subtexto.
O método de sequências de Frank Daniel (USC): 8 sequências de 15 minutos, cada uma com sua estrutura interna. Por que tratar cada cena como uma mini-história destrava roteiros travados.
Slug line, action, character, dialogue, parenthetical. Padrões da WGA. Por que 1 página = ~1 minuto de tela. Ferramentas grátis (Fountain) vs Final Draft profissional.
William Goldman: "scripts are rewritten." Como aceitar notas de produtor, table read, polishing pass. O ciclo de drafts (treatment → first draft → polish → shooting script).
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