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Operação real: ARRI Alexa 35, Sony Venice 2, RED V-Raptor. Lente, foco, exposição log gamma — a camada técnica que diferencia operador de cineasta.
Tamanho do sensor define profundidade de campo, ruído, latitude. Por que Hollywood voltou a filmar em Full Frame (Venice 2, Alexa 35), o que IMAX 65mm captura, e quando Super35 ainda é a escolha certa.
Por que cinema usa T-stop (transmissão real) e não F-stop (geométrico). Shutter 180° = clássico (1/48 a 24fps). Dual native ISO (Alexa, Venice). Como balancear sem ND filter virar muleta.
ARRI LogC4, Sony S-Log3, RED Log3G10. Por que a imagem sai "lavada" da câmera para preservar 14+ stops de informação. Histograma, waveform, falsa cor — leitura técnica de exposição.
ARRIRAW, REDCODE RAW, Sony X-OCN, ProRes 4444 XQ. Quando vale RAW (controle total na pós) e quando ProRes resolve. Pipeline de proxies, dailies e DIT no set.
Por que 35mm em Super35 é o "olho humano" (e por que isso é mito útil). Wide (14-24mm) vs Normal (35-50mm) vs Tele (85mm+). Lentes Master Prime, Signature Prime, Supreme Prime.
Por que JJ Abrams ama lens flare anamórfico, por que Hoyte van Hoytema escolheu IMAX anamórfica em Oppenheimer, por que Cooke S4 vintage dá pele "rica". Bokeh oval, breathing, distorção.
Por que profundidade de campo é decisão narrativa (rack focus = direção do olhar). Marcas no set, wireless follow focus (Preston, Teradek RT), trabalho do 1st AC. Por que TR 1.5 com T1.3 é prova de fogo.
Quando cada um. Steadicam (Garrett Brown, O Iluminado) flutua mas tem peso emocional. Dolly tem precisão mecânica. Gimbal moderno (DJI Ronin 4D) democratiza, mas não substitui ofício.
Alexa 35 (4.6K Super35, LogC4) é padrão Hollywood. Venice 2 (8.6K FF, dual native ISO 800/3200) cresce em streaming. V-Raptor (8K VV) e Komodo democratizam. Blackmagic URSA Cine 12K para indie sério.
Cenário: interior com janela queimada e ator no escuro. Você precisa preservar highlights, detalhe na pele e ainda manter mood. Solução com ND, dual ISO, fill bounce e leitura via waveform/falsa cor.
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